sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

         
Usar copos descartáveis é gerar
lixo sem necessidade

Algumas pessoas ainda acham que usar copo descartável é comodidade. Você vai até o bebedouro, saca o copinho, enche de água (ou café, chá…), bebe e… joga no lixo.
O problema, porém, é pegar um novinho em folha cada vez que bate a vontade de beber alguma coisa.  Além da geração desnecessária de resíduos, a fabricação desses copos emite CO2 e outros gases na atmosfera. Só nos EUA, a fabricação, o transporte e a reciclagem desses materiais produzem gases que se equiparam aos de uma frota de 1,3 milhão de carros durante um ano. Sem contar que cada copinho pode levar mais de 100 anos para se decompor na natureza.
Mesmo que o copo jogado fora vá para o lixo reciclável, existem opções melhores, que contribuem para que o volume de lixo gerado desnecessariamente seja menor. Se você usar dois copinhos descartáveis em um dia de trabalho, por exemplo, são 10 por semana, 40 por mês – que foi para o lixo só para você dar alguns goles. As canecas são boas alternativas. Apesar de você precisar lavá-las, a quantidade de água utilizada não chega ao total necessário para fabricar os copinhos.

O que fazer?

- Deixe uma caneca na mesa onde você trabalha ou estuda e tome água nela toda vez que tiver vontade. Empresas podem estimular a prática entre os funcionários. Se cada um levar a sua, a redução no gasto com copos plásticos já será considerável. Se no local onde você trabalha não há esse incentivo, comece por vontade própria.
- Carregue na bolsa ou mochila uma garrafinha de água. Mesmo que seja de plástico, você pode usar a mesma por muito tempo, sem precisar jogar fora.
- Vai dar uma festinha em casa? Se for pouca gente, prefira usar copos de vidro a oferecer descartáveis para os convidados. Se não tiver jeito, tente lavar e guardar os copos que foram usados para uma próxima comemoração.



quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Dia 22 de Setembro - DIA MUNDIAL SEM CARRO

Dia 21 de Setembro - Dia da Árvore

Nem todos sabem entender o significado que existe numa árvore. Ela é um ser vivo como nós, e portanto nase, cresce e morre, luta para sobreviver, pois tem apego à vida. Não nos prejudica, o que seria suficiente para respeitá-la. Mas tem outros valores. Protege a terra com sua sombra e suas raízes; evapora água, participando do ciclo hidrológico e mantendo o ar úmido; produz oxigênio, necessário a todos os seres vivos animais. Há as que fornecem frutos valiosos para a nossa alimentação, além de produtos medicinais ou industriais.

Devemos respeitar a árvore, não só pelo que é em si mesma, mas por ser necessária à nossa própria vida. Quando alguém destrói uma árvore, está destruindo uma fonte de vida no planeta.

No dia 21 de setembro comemoramos o Dia da Árvore, momento para refletir sobre a conservação da natureza e preservação das nossas matas. Momento para plantar mais uma árvore que um dia irá nos dar sombra e alimento, limpará nosso ar e preservará o solo do planeta.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011


DIA 16 DE SETEMBRO É O DIA INTERNACIONAL PARA A PRESERVAÇÃO DA CAMADA DE OZÔNIO. O OZÔNIO É UMA FRÁGIL CAMADA DE GÁS QUE PROGEGE ANIMAIS, PLANTAS E SERES HUMANOS DOS RAIOS ULTRAVIOLETA EMITIDO PELO SOL. NA SUPERFÍCIE TERRESTRE O OZÔNIO CONTRIBUI PARA AGRAVAR A POLUIÇÃO DO AR DAS CIDADES E A CHUVA ÁCIDA. MAS, NAS ALTURAS DA ESTRATOFERA (ENTRE 25 E 30 KM ACIMA DA SUPERFÍCIE), É UM FILTRO A FAVOR DA VIDA. SEM ELE, OS RAIOS ULTRAVIOLETA PODERIAM ANIQUILAR TODAS AS FORMAS DE VIDA NO PLANETA.

APROVEITE A DATA E CONTRIBUA PARA UM FUTURO MELHOR PARA O NOSSO PLANETA !!!


PROIBIÇÃO DAS SACOLAS ENTRA EM VIGOR EM 1º DE JANEIRO DE 2012

Lei que bane as sacolas do comércio de SP foi sancionada nesta quinta; supermercados e comerciantes terão até 31 de dezembro deste ano para se adequar à norma

São Paulo – O prefeito Gilberto Kassab sancionou nesta quinta-feira (19) a Lei de nº 15.374, que proíbe a venda e a distribuição de sacolinhas plásticas nos supermercados e centros comerciais da cidade de São Paulo. A nova norma, publicada no diário oficial nesta tarde, vai entrar em vigor em 1º de janeiro de 2012. Com a medida, São Paulo se torna a segunda capital brasileira a banir as sacolinhas plásticas, depois de Belo Horizonte, que adotou em março a proibição.
Supermercados e comerciantes paulistanos terão até 31 de dezembro deste ano para se adequar à nova norma. Além do banimento da sacolinha, o texto prevê que os estabelecimentos comerciais devem estimular o uso de sacolas reutilizáveis, que sejam confeccionadas com material resistente e que suportem o acondicionamento e transporte de produtos e mercadorias em geral.
Os comerciantes também serão obrigados a afixar placas informativas, com dimensão determinada, junto aos locais de embalagem de produtos e caixas registradoras, com o seguinte dizer: “Poupe recursos naturais! Use sacolas reutilizáveis”.

A proibição da sacolinha plástica não se aplica aos invólucros originais das mercadorias, às embalagens de produtos alimentícios vendidos a granel ou daqueles que vertam água. A fiscalização será feita pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. A multa pode variar entre R$ 50 e R$ 50 milhões.

Venda de sacolas alternativas ainda não foi definida
Ainda não está definido se será permitida a venda de sacolas alternativas, com exceção das ecobags, ou de embalagens consideradas mais sustentáveis para o acondicionamento das mercadorias. Em Jundiaí, por exemplo, que baniu de forma espontânea a sacola convencional em agosto de 2010, é possível comprar sacolinhas de amido de milho, ao custo de 19 centavos cada.

Segundo a Câmara Municipal de São Paulo, a permissão ou não de venda de sacolas alternativas nos centros comerciais deve ser apreciado durante o processo de regulamentação da nova lei. De qualquer forma, o banimento das sacolinhas de supermercado não representa uma sentença de morte às embalagens plásticas, já que opções consideradas mais sustentáveis estão disponíveis no mercado.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

     
A SUSTENTABILIDADE E O PRINCÍPIO DOS R’s

Cada vez mais as pessoas vêm demonstrando interesse pelo cuidado e preservação ambiental, sendo isso, fruto dos apelos e alertas da mídia e dos trabalhadores em defesa da natureza.
E quem ainda não ouviu falar dos 3R, 4R ou dos 5R deixa claro não ter interesse por essa preservação.
A sustentabilidade e o princípio dos R’s estão intimamente ligados, pois esses princípios nos levam a uma ação sustentável.


Os 3R significam Reduzir, reutilizar e reciclar, palavras-chaves no cuidado com o meio ambiente, afinal devemos reduzir o consumismo, reutilizar os materiais que já não nos tem aquela serventia que nos levou a adquiri-los e reciclar os que não têm outra serventia estando na mesma forma, havendo a necessidade de transformá-lo em outro objeto para voltar a ser útil.

Os 4R significam Reduzir, reutilizar, reciclar e reintegrar, fazendo-se diferente dos 3R apenas pela palavra reintegrar, que sugere tornar o material ao ambiente transformando-o mais uma vez em natureza.

Os 5R significam Reduzir, reciclar, reutilizar, repensar e recusar, que sugere que tudo que se usa deve voltar ao meio ambiente de maneira não agressora, e deve ser repensada qual a melhor maneira de retorná-lo ou mesmo qual a real necessidade de obter algum produto.

Ser uma pessoa ecologicamente correta não é simples, não basta apenas usar sacola retornável no supermercado ou manter a torneira fechada enquanto escovamos os dentes.

Para cuidar realmente dos nossos bens naturais é necessário consumir corretamente, sem exageros e desperdícios. Ou seja, consciência em primeiro lugar.
Muito do lixo que produzimos todo o dia pode demorar milhões de anos para se decompor e enquanto isso a quantidade de lixo só aumenta e nosso planeta apenas sofre as conseqüências.
Quantas vezes em nossas vidas reciclamos algo que não nos servia mais? Reciclar pode ser trabalhoso e não dar um resultado cem por cento. Achamos então mais prático jogar as sacolinhas de lixo e comprar outro objeto do mesmo, novinho em folha.
Quantas vezes reutilizamos algo que já não nos serve mais? Para que reutilizar um objeto se pode comprá-lo de última linha, de última moda sem precisar ter o trabalho de utilizar aquela coisa velha que já não tem mais serventia? E lá vai mais um objeto para mais umas sacolinhas plásticas.
Quantas vezes já pensamos em transformar algo inútil em algo saudável ao meio ambiente?
Quantas vezes em nossas vidas já paramos para pensar em nosso meio ambiente?

Na hora de consumir nunca paramos para pensar nos prejuízos que isso pode causar, e nem mesmo quando acontecem as tantas mudanças climáticas inesperadas e as tantas catástrofes passa por nossas cabeças que pode ser a natureza reclamando de tanta poluição, tanta degradação e maus tratos.
O egoísmo muitas vezes fala mais alto e nos trapaceia, não nos deixando enxergar que nossa própria vida depende do equilíbrio da natureza e que, sem ela não existimos. Continuamos a ignorar esses R’s tão valiosos e damos mais valor às nossas falsas necessidades de consumo, nossas vaidades e desejos, deixando na mão de Deus um futuro que só pertence a nós.